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Selos, banners e vtrines dinâmicas: Como vender mais no E-commerce B2B

Saiba como utilizar selos, banners e vitrines dinâmicas para aumentar a conversão e ticket médio no e-commerce B2B.

Agile B2BAgile B2B28 de agosto de 202610 min de leitura
Selos, banners e vtrines dinâmicas: Como vender mais no E-commerce B2B
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Selos, Banners e Vitrines Dinâmicas: Como Vender Mais no E-commerce B2B

Existe um mito recorrente sobre o comprador B2B: que ele é puramente racional, decide exclusivamente por preço e condição comercial, e não responde a estímulos visuais de merchandising.

A prática mostra o contrário. O comprador B2B é também um ser humano que navega em portais, escaneia páginas e toma decisões influenciadas pelo que está em destaque. A diferença em relação ao B2C não é que ele ignora o merchandising, é que ele responde a merchandising relevante para o contexto comercial dele, não para o consumidor final.

Vitrine dinâmica com os produtos certos para o perfil certo, banner de campanha com a condição correta para aquele segmento, selo de promoção no produto que ele sempre compra mas nunca considerou levar em maior volume, tudo isso funciona no e-commerce B2B. O que não funciona é o merchandising genérico, copiado do B2C, sem personalização por cliente ou segmento.


Por que merchandising digital importa no B2B

O comprador B2B que entra no portal com intenção de comprar um produto específico frequentemente não vê o que está ao redor desse produto. Ele busca, encontra, coloca no carrinho, finaliza. O mix que a distribuidora poderia ter vendido a mais fica invisível porque nada chamou atenção para ele.

No canal tradicional, o representante faz esse papel: apresenta o lançamento, menciona a promoção de volume, sugere o produto complementar que o cliente não estava considerando. No canal digital, sem merchandising estruturado, esse papel simplesmente não existe, e o ticket médio do pedido online tende a ser menor do que o pedido tirado pelo representante.

Vitrine dinâmica, banners e selos de produto são a forma de replicar digitalmente o que o bom representante faz pessoalmente: direcionar a atenção do comprador para o que é relevante para ele naquele momento. A diferença é que o canal digital faz isso em escala, para centenas de clientes simultaneamente, com consistência e sem depender de alguém estar disponível.


Vitrines dinâmicas: o que são e por que funcionam melhor do que prateleira estática

Vitrine estática é uma grade de produtos que não muda. O cliente que entra no portal hoje vê os mesmos produtos em destaque que viu na semana passada. Depois de algumas visitas, ele para de olhar para a vitrine, porque aprendeu que não tem novidade ali.

Vitrine dinâmica é uma grade de produtos que muda com base em regras configuradas: histórico de compra do cliente, segmento de atuação, data do calendário comercial, nível de estoque, campanha ativa. O cliente que entra no portal vê produtos que são relevantes para ele naquele momento, e a tendência de clicar é muito maior do que em uma vitrine genérica.

Na prática, uma vitrine dinâmica para e-commerce B2B pode exibir, para o cliente de food service, os produtos com maior sazonalidade para o período, molhos e descartáveis em novembro, por exemplo. Para o cliente de papelaria, os lançamentos que chegaram na semana passada. Para o cliente com ticket médio historicamente baixo, produtos de maior valor agregado que ele ainda não experimentou.

Essa personalização não exige inteligência artificial sofisticada. Exige integração com o ERP, onde o histórico de compras, o segmento do cliente e as condições comerciais já estão, e uma configuração de regras no portal que define qual vitrine cada perfil de cliente vê ao fazer login.


Selos de produto: o estímulo visual que converte sem precisar de desconto

Selo é o marcador visual que aparece sobre a imagem do produto na grade do catálogo: "Promoção", "Lançamento", "Mais Vendido", "Últimas Unidades", "Frete Grátis", "Exclusivo". Parece simples. Tem impacto desproporcionalmente alto na taxa de clique.

O motivo é comportamental: o comprador que escaneia uma grade de produtos com dezenas de itens não lê cada descrição. Ele varre visualmente e para onde algo chama atenção. Produto com selo em uma grade de produtos sem selo é o primeiro a ser clicado, mesmo que o comprador não estivesse procurando especificamente por promoção.

No e-commerce B2B, os selos que mais convertem são diferentes dos que funcionam no B2C. "Oferta" e "50% OFF" geram clique no varejo digital mas podem ser interpretados com desconfiança pelo comprador corporativo, que sabe que desconto agressivo muitas vezes vem com alguma restrição escondida.

Os selos que funcionam melhor no B2B são os que comunicam contexto comercial relevante. "Lançamento" para produto novo que o representante ainda não apresentou. "Estoque limitado" para produto com alta demanda no período. "Pedido mínimo de caixa fechada" para produto que tem condição especial por volume. "Exclusivo para seu segmento" para produto disponível apenas para determinado perfil de comprador.

Esse tipo de selo não cria ansiedade artificial, cria relevância. E relevância é o que faz o comprador B2B clicar.


Banners: como usar o espaço nobre do portal para comunicar o que importa

O banner principal do portal é o primeiro elemento que o cliente vê ao fazer login. É o espaço de maior visibilidade, e, paradoxalmente, o que mais distribuidoras desperdiçam com imagens genéricas ou desatualizadas.

Banner que não muda há três semanas é banner que o cliente aprendeu a ignorar. Banner que comunica uma promoção que já encerrou é banner que corroí confiança. Banner com imagem bonita mas sem informação comercial clara, sem dizer o que está em oferta, por quanto tempo e para quem, é design sem resultado.

Banner que converte no e-commerce B2B tem três elementos obrigatórios: a oferta específica (qual produto, qual categoria, qual condição), a urgência real (até quando vale, qual o estoque disponível) e a chamada para ação direta (um botão que leva para a vitrine ou produto correspondente, não para a home geral).

A troca de banners precisa ser ágil. Plataforma que exige abertura de chamado técnico ou dependência do desenvolvedor para atualizar um banner garante que os banners ficam desatualizados, porque ninguém tem tempo de abrir chamado toda semana. A gestão de banners precisa estar na mão da equipe de marketing ou comercial, sem intermediação técnica.

A Agile B2B permite que o time da própria distribuidora configure e atualize banners, vitrines e selos diretamente pelo painel administrativo, sem dependência de desenvolvedor para mudanças de conteúdo. Isso é o que garante que o merchandising digital se mantém atual e relevante, em vez de envelhecer até virar ruído.


Personalização por cliente: o merchandising que o B2C não consegue fazer

Aqui está a vantagem que o e-commerce B2B tem sobre o B2C, e que pouquíssimas distribuidoras exploram de verdade.

No B2C, todo mundo que acessa a loja vê basicamente o mesmo portal. A personalização existe, mas é baseada em comportamento de navegação anônimo ou em perfil demográfico amplo. No B2B, o comprador está autenticado: a distribuidora sabe exatamente quem ele é, o que ele comprou antes, qual o segmento dele, qual a tabela de preço dele e qual a condição comercial que foi negociada.

Isso permite um nível de personalização de merchandising que o e-commerce B2C não consegue replicar.

O cliente de material de construção que faz login vê banners e vitrines com produtos de sua categoria, não os produtos de food service que aparecem para o cliente ao lado. O cliente que historicamente nunca comprou a linha de ferramentas vê um banner apresentando o mix com condição especial de primeira compra. O cliente que está perto de acionar um desconto progressivo por volume vê um banner lembrando que ele está a R$ 300 de ganhar 8% de desconto no pedido.

Esse nível de personalização não é tecnologia de ficção científica. É configuração de regras no portal integrado ao ERP, onde o histórico, o segmento e as condições do cliente já existem. O que falta na maioria das operações não é dado. É a configuração que transforma esse dado em merchandising relevante.


Vitrines de cross-sell e upsell: o representante digital que nunca dorme

O representante experiente sabe que uma visita de sucesso não é aquela em que o cliente pediu o que já ia pedir. É aquela em que o cliente pediu o que ia pedir mais o que o representante sugeriu.

No canal digital, sem merchandising de cross-sell e upsell, o pedido online é sempre o pedido mínimo, o que o cliente já sabia que precisava. O que ele não sabia que precisava, mas compraria se tivesse sido apresentado, fica de fora.

Vitrine de cross-sell na página de produto mostra o que outros clientes do mesmo segmento compram junto com aquele item. Comprador de produto de limpeza que está na página do detergente vê a vitrine com os panos de prato, as esponjas e o álcool em gel que clientes similares costumam levar no mesmo pedido. A sugestão é baseada em comportamento real de compra, não em relacionamento aleatório de produto.

Vitrine de upsell na página de produto mostra a versão de maior volume ou a linha premium do mesmo item. Comprador que está avaliando a embalagem de 1 litro vê o destaque para a embalagem de 5 litros com o custo unitário menor. O argumento de compra em maior volume, que o representante faria verbalmente, é replicado digitalmente pela vitrine.

Esses mecanismos têm impacto direto no ticket médio. A Pérola Distribuição, cliente da Agile B2B, registrou +300% no faturamento online depois de estruturar o canal digital com experiência de compra completa, incluindo os elementos que direcionam o cliente para além do pedido mínimo. A Guaraves viu +50% em uma unidade com a mesma lógica: canal digital que vende mais para quem já está comprando.


Vitrines sazonais: o calendário comercial que o portal precisa refletir

Distribuidora que tem o mesmo portal em outubro e em dezembro está perdendo a maior janela de vendas do ano sem aproveitá-la.

Vitrine sazonal é a configuração de destaque por janela de calendário: o mix de natal em destaque a partir de novembro, os produtos de volta às aulas em janeiro, o mix de Páscoa em março. Essa configuração é feita uma vez, com vigência definida, e ativa automaticamente na data certa, sem precisar que alguém da equipe lembre de trocar o banner na segunda-feira.

Para distribuidoras de brinquedos, alimentícia, bebidas e utilidades domésticas, segmentos com sazonalidade marcada, a vitrine sazonal é o que faz o canal digital participar das janelas de maior demanda em vez de ser ignorado nelas.

A configuração de vigência de vitrines e banners no calendário editorial da distribuidora é uma das práticas que mais diferenciam portais que convertem dos que ficam desatualizados. E ela não exige desenvolvimento técnico, exige processo e ferramenta que permita ao time comercial ou de marketing fazer essa gestão de forma autônoma.


Vitrine dinâmica no e-commerce B2B: o merchandising que trabalha enquanto o representante não está lá

O representante não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Não consegue visitar 200 clientes toda semana, não atende pedido às 23h e não apresenta promoção para o cliente que está em praça distante sem cobertura.

A vitrine dinâmica, os banners e os selos de produto fazem o que o representante faz, direcionar atenção, comunicar oportunidade, sugerir o que o cliente não estava considerando, em escala, 24 horas por dia, para toda a carteira simultaneamente.

Não substitui o representante nas conversas estratégicas, nas negociações e no desenvolvimento de relacionamento. Mas libera o representante dessas tarefas mecânicas de apresentar produto e comunicar promoção, para que ele foque no que humano faz melhor.

A Agile B2B oferece gestão de vitrines dinâmicas, banners e selos de produto dentro da plataforma de e-commerce B2B, integrada nativamente com Winthor, Protheus, Sankhya, Consinco, TOTVS, SAP e outros ERPs do mercado nacional, com personalização por segmento de cliente, histórico de compra e calendário comercial, tudo gerenciável pelo time da própria distribuidora sem dependência técnica.

Agende uma demonstração e veja como configurar o merchandising digital da sua operação para aumentar o ticket médio e a conversão, com o canal digital vendendo mais para quem já está comprando.

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Converse com nossa equipe para entender como este assunto se aplica aos seus canais, regras e prioridades comerciais.

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