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14% do faturamento do Atacado Generalista vem do E-commerce. Seu negócio já faz parte desse número?

Descubra por que o e-commerce B2B no atacado generalista com entrega atingiu 14% do faturamento e como sua distribuidora pode replicar esse sucesso.

Time Agile B2BTime Agile B2B10 de junho de 202612 min de leitura
14% do faturamento do Atacado Generalista vem do E-commerce. Seu negócio já faz parte desse número?
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14% do faturamento do Atacado Generalista vem do E-commerce. Seu negócio já faz parte desse número?

O setor atacadista distribuidor movimentou R$ 616,6 bilhões em 2025. Crescimento de 17,27% nominal, segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026. Dentro desse mercado, uma fatia chama atenção: o e-commerce no atacado generalista com entrega já representa 14% do faturamento do segmento — R$ 12 bilhões em um único ano.

Não é coincidência. É consequência de escolhas operacionais.

Para CEOs e donos de distribuidoras, entender o que move esse número é decisão estratégica. Como disse Rubens Batista, CEO do Grupo Martins: "tecnologia deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de competitividade." O atacado generalista entendeu isso antes dos outros. E está colhendo os resultados.


O e-commerce cresce, mas não de forma igual

O canal indireto movimentou R$ 24,6 bilhões em e-commerce em 2025 — 8% do total do setor. Mas a participação varia muito conforme o modelo de negócio:

  • Atacado generalista com entrega: R$ 12 bilhões (14% do faturamento do modelo)

  • Autosserviço: R$ 7 bilhões (6%)

  • Distribuidor com entrega: R$ 5,4 bilhões (6%)

  • Atacado de balcão: R$ 100 milhões (menos de 1%)

O generalista lidera com folga. Por quê?


O que torna o atacado generalista mais fácil de digitalizar

Catálogo amplo vira vantagem online. Milhares de SKUs organizados em um portal funcionam melhor do que qualquer vendedor por telefone. O cliente encontra o que precisa — e descobre o que não sabia que precisava.

Clientes recorrentes compram mais quando o processo é fácil. Recompra com um clique, histórico de pedidos, listas de favoritos: tudo isso reduz o atrito e aumenta a frequência. A Pérola Distribuição, cliente da Agile B2B, registrou +300% no faturamento online depois da migração.

Ticket médio alto amplifica cada otimização. No atacado, o valor por pedido já é expressivo. Um e-commerce bem configurado potencializa isso com promoções dinâmicas e sugestões personalizadas por perfil de compra.

O digital elimina a barreira geográfica. Uma equipe de vendas tem limite de deslocamento. Um portal, não. A DCA Distribuidora usou o e-commerce B2B para expandir a operação para todo o Brasil sem ampliar o time comercial.


Como replicar esse resultado na sua operação

1. Estruture o catálogo antes de lançar

Descrições completas, imagens, especificações técnicas e filtros avançados. O cliente B2B precisa de informação para decidir. Um catálogo pobre gera abandono, não pedido.

2. Configure regras comerciais complexas desde o início

Preço por cliente, condição de pagamento, limite de crédito, tabela de frete. Tudo isso precisa funcionar automaticamente. A Agile B2B gerencia essa complexidade de forma nativa, integrada ao seu ERP.

3. Integre o ERP — sem isso, o e-commerce não escala

Pedido online precisa fluir direto para o sistema de gestão. Sem integração, você troca um problema por outro: o pedido chega online, mas a execução continua manual. A Agile B2B integra nativamente com Winthor, Protheus, Sankhya, Senior, Omie, TOTVS RM, SAP Business One, SAP S/4HANA e mais de dez outros ERPs.

4. Envolva o time de vendas — o e-commerce potencializa o vendedor

RCAs e vendedores CLT ainda respondem por 49% das vendas no setor (27% e 22%, respectivamente, segundo o Ranking ABAD). O e-commerce não substitui esse canal. Ele libera o vendedor das tarefas operacionais e abre uma nova fonte de comissionamento.

5. Dê visibilidade à entrega

No modelo "com entrega", rastreamento em tempo real é diferencial competitivo. O cliente que sabe quando o pedido chega não liga para o SAC. A integração entre e-commerce e ERP resolve isso sem esforço adicional da sua equipe.


O mercado já decidiu o caminho

45,3% das distribuidoras vão ampliar o investimento em e-commerce e marketplace em 2026. Outros 49,2% vão aumentar investimento em sistemas de informação. Esses não são dados de intenção — são sinais de pressão competitiva.

A Guaraves viu +50% de crescimento em uma unidade após digitalizar o canal. A Zein Imports automatizou venda e pós-venda integralmente. Os casos se repetem porque a lógica é a mesma: quem digitaliza primeiro ocupa o espaço que o concorrente ainda não percebeu que perdeu.

A Convenção ABAD 2026 — tema "Abastecer o Futuro" — reforça que a direção do setor está clara. A questão não é se digitalizar. É quando e como.


Agile B2B: plataforma construída para a complexidade do B2B

A Agile B2B atende mais de 350 atacadistas, distribuidores e indústrias em todos os estados do Brasil. A plataforma foi desenvolvida especificamente para as regras comerciais, os ERPs e os fluxos de operação do mercado brasileiro — não é uma solução genérica adaptada.

Catálogo extenso, regras por cliente, integração nativa com ERP, canais de venda unificados: e-commerce, portal do cliente, representantes, televendas e mobile em um único lugar.

Agende uma demonstração e veja como sua operação pode chegar aos mesmos números que os líderes do setor já alcançaram.

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